Metas Internacionais de Segurança do Paciente
As metas internacionais de segurança do paciente foram estabelecidas para reduzir eventos adversos evitáveis nos serviços de saúde. No Brasil, elas orientam os protocolos do Programa Nacional de Segurança do Paciente e são cobradas em processos de acreditação hospitalar. Conheça cada uma das seis metas:
1. Identificar corretamente o paciente
Usar pelo menos dois identificadores (como nome completo e data de nascimento) antes de qualquer atendimento, exame, medicamento ou procedimento. A pulseira de identificação deve ser conferida sempre.
2. Melhorar a comunicação efetiva
Garantir que informações críticas sejam transmitidas de forma clara e confirmada entre a equipe — especialmente em passagens de plantão, resultados de exames críticos e ordens verbais, que devem ser lidas de volta e confirmadas.
3. Melhorar a segurança de medicamentos de alta vigilância
Medicamentos de alta vigilância (como anticoagulantes, insulina e eletrólitos concentrados) exigem armazenamento separado, dupla checagem e padronização de diluições para evitar erros com grande potencial de dano.
4. Assegurar cirurgia em local, procedimento e paciente corretos
Aplicar a lista de verificação de cirurgia segura: conferência antes da anestesia, marcação do sítio cirúrgico, pausa cirúrgica (time out) com toda a equipe e checagem final antes de sair da sala.
5. Reduzir o risco de infecções associadas à assistência à saúde
Higiene das mãos nos cinco momentos, uso correto de precauções, cuidados com cateteres e dispositivos invasivos e adesão a protocolos de limpeza e esterilização.
6. Reduzir o risco de dano ao paciente decorrente de quedas
Avaliar o risco de queda na admissão e periodicamente, sinalizar pacientes de alto risco, manter grades elevadas, campainha ao alcance e orientar paciente e acompanhante.
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